A análise do solo é um meio que pode auxiliar o produtor rural no
planejamento de suas atividades, sendo feita em laboratórios de
instituições públicas e particulares
Este é o primeiro passo para saber a quantidade de nutrientes que
o solo é capaz de reter e posteriormente fornecer para as plantas.
A importância de se fazer uma análise de solo está relacionada a
uma correta recomendação da calagem (correção da acidez do solo) e
adubação.
Com a realização dessa análise, pode-se chegar a um aumento da
lucratividade em decorrência do aumento da produção e da resistência da
planta à pragas e insetos. Assim, é possível diminuir os gastos com
agrotóxicos (inseticidas, herbicidas e fungicidas) causando menor impacto ambiental.
terça-feira, 25 de fevereiro de 2014
PROFUNDIDADE DE COLETA DAS AMOSTRAS:
Para as culturas anuais como milho, trigo, feijão, arroz, soja,
algodão e pastagens (perenes e anuais), recomenda-se coletar a amostra de solo na camada arável, ou seja, até 20 cm. Para as culturas permanentes, ou seja, perenes (florestas, frutíferas e pastagens) as amostras devem ser coletadas de 0-20 e de 20-40 cm de profundidade, antes da implantação da cultura.
algodão e pastagens (perenes e anuais), recomenda-se coletar a amostra de solo na camada arável, ou seja, até 20 cm. Para as culturas permanentes, ou seja, perenes (florestas, frutíferas e pastagens) as amostras devem ser coletadas de 0-20 e de 20-40 cm de profundidade, antes da implantação da cultura.
AMOSTRAGEM DO SOLO.
Como não é possível analisar todo o solo de uma área, coletam-se amostras. A amostra deverá representar as condições de fertilidade da
gleba de onde foi retirada. Divide-se a área a
ser cultivada em glebas semelhantes pelo tipo de solo (cor, textura, profundidade), topografia (várzea, encosta), vegetação, histórico da área
(se já foi adubada e se houve aplicação de calcário), sendo que esta área
nunca deve ser superior a 20 hectares (1 alqueire = 2,42 hectares).
gleba de onde foi retirada. Divide-se a área a
ser cultivada em glebas semelhantes pelo tipo de solo (cor, textura, profundidade), topografia (várzea, encosta), vegetação, histórico da área
(se já foi adubada e se houve aplicação de calcário), sendo que esta área
nunca deve ser superior a 20 hectares (1 alqueire = 2,42 hectares).
segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014
Ciclo do enxofre (S).
O enxofre apresenta um ciclo que se passa entre o ar e os sedimentos. Existe um grande depósito na crosta terrestre e nos sedimentos e um depósito menor na atmosfera.
A natureza recicla enxofre sempre que um animal ou planta morre. Quando apodrecem, as substâncias chamadas de “sulfatos”, combinados com a água são absorvidos pelas raízes das plantas. Os animais o obtêm comendo vegetais ou comendo outros animais.
Lei dos Incrementos Decrescentes.
Lei dos Incrementos Decrescentes:
A literatura traz a seguinte definição: “Ao se adicionar doses crescentes de um nutriente, o maior incremento em produção é obtido com a primeira dose. Com aplicações sucessivas do nutriente os incrementos de produção são cada vez menores.”
Para facilitar o entendimento, veja a Figura 2, que mostra, no eixo horizontal, a dosagem crescente de Nitrogênio em uma determinada cultura, e no eixo vertical, a quantidade produzida:
Uma das conclusões obtidas com o gráfico é que o aumento da produção com aplicações crescentes de adubo não é linear, portanto não adianta aplicar uma quantidade altíssima de certos nutrientes no solo esperando que a produção acompanhe o investimento. Em uma situação como esta, haverá um custo de produção maior da cultura e uma produção menor que a prevista.
A literatura traz a seguinte definição: “Ao se adicionar doses crescentes de um nutriente, o maior incremento em produção é obtido com a primeira dose. Com aplicações sucessivas do nutriente os incrementos de produção são cada vez menores.”
Para facilitar o entendimento, veja a Figura 2, que mostra, no eixo horizontal, a dosagem crescente de Nitrogênio em uma determinada cultura, e no eixo vertical, a quantidade produzida:
Uma das conclusões obtidas com o gráfico é que o aumento da produção com aplicações crescentes de adubo não é linear, portanto não adianta aplicar uma quantidade altíssima de certos nutrientes no solo esperando que a produção acompanhe o investimento. Em uma situação como esta, haverá um custo de produção maior da cultura e uma produção menor que a prevista.
sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014
Lei do Mínimo.
Lei do Mínimo:
A literatura traz a seguinte definição: “A produção das culturas é limitada pelo nutriente em menor disponibilidade no solo, mesmo que todos os outros estejam disponíveis em quantidades adequadas.”
Basicamente, uma planta necessita de 14 nutrientes distintos, alguns em maior quantidade (Macronutrientes), alguns em menor quantidade (Micronutrientes). A utilização do potencial máximo de produção de qualquer planta começa pelo perfeito balanço destes nutrientes no solo, todos na dosagem correta e disponíveis para a planta.
Na Figura 1, como exemplo, todos os nutrientes e fatores externos (CO2, Luz e H2O) estavam nas quantidades adequadas, exceto o Fósforo (P) , o que acarretou na diminuição do potencial de produção daquela planta que, analogicamente, é simbolizada pela água contida no barril.
A literatura traz a seguinte definição: “A produção das culturas é limitada pelo nutriente em menor disponibilidade no solo, mesmo que todos os outros estejam disponíveis em quantidades adequadas.”
Basicamente, uma planta necessita de 14 nutrientes distintos, alguns em maior quantidade (Macronutrientes), alguns em menor quantidade (Micronutrientes). A utilização do potencial máximo de produção de qualquer planta começa pelo perfeito balanço destes nutrientes no solo, todos na dosagem correta e disponíveis para a planta.
Na Figura 1, como exemplo, todos os nutrientes e fatores externos (CO2, Luz e H2O) estavam nas quantidades adequadas, exceto o Fósforo (P) , o que acarretou na diminuição do potencial de produção daquela planta que, analogicamente, é simbolizada pela água contida no barril.
quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014
ENXOFRE (S).
ENXOFRE(S)
Enxofre é uma substância amarela encontrada no solo, que queima com facilidade. Ele entra na produção de ácido sulfúrico, uma substância muito utilizada para fertilizantes, corantes e explosivos (pólvora, palitos de fósforo, etc). O enxofre é encontrado nas rochas sedimentares, (formadas por depósitos que se acumularam pela ação da natureza) nas rochas vulcânicas, no carvão , no gás natural etc.
Enxofre é uma substância amarela encontrada no solo, que queima com facilidade. Ele entra na produção de ácido sulfúrico, uma substância muito utilizada para fertilizantes, corantes e explosivos (pólvora, palitos de fósforo, etc). O enxofre é encontrado nas rochas sedimentares, (formadas por depósitos que se acumularam pela ação da natureza) nas rochas vulcânicas, no carvão , no gás natural etc.
segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014
Macronutrientes no solo.
Macronutrientes no solo.
Minerais: são elementos fornecidos pelo solo e são divididos em macronutrientes (primários e secundários) e micronutrientes. Estes são responsáveis por cerca de 4-10% dos tecidos vegetais.
São considerados Macronutrientes Primários: nitrogênio (N), fósforo (P) e potássio (K);
Macronutrientes Secundários: o cálcio (Ca), magnésio (Mg) e o enxofre (S);
Lopes (1937) afirma que os macronutrientes primários geralmente tornam-se deficientes no solo antes dos demais, devido a maior utilização desses nutrientes pela planta. Os macronutrientes secundários são geralmente menos deficientes e usados em quantidades menores, porém, a planta precisa tê-los a disposição quando e onde for necessário.
A imagem nos mostra o mecanismo de nutrição de uma planta, e os macronutrientes estão circulados em preto.
Minerais: são elementos fornecidos pelo solo e são divididos em macronutrientes (primários e secundários) e micronutrientes. Estes são responsáveis por cerca de 4-10% dos tecidos vegetais.
São considerados Macronutrientes Primários: nitrogênio (N), fósforo (P) e potássio (K);
Macronutrientes Secundários: o cálcio (Ca), magnésio (Mg) e o enxofre (S);
Lopes (1937) afirma que os macronutrientes primários geralmente tornam-se deficientes no solo antes dos demais, devido a maior utilização desses nutrientes pela planta. Os macronutrientes secundários são geralmente menos deficientes e usados em quantidades menores, porém, a planta precisa tê-los a disposição quando e onde for necessário.
A imagem nos mostra o mecanismo de nutrição de uma planta, e os macronutrientes estão circulados em preto.
segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014
segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014
Principais funções do Magnésio.
Principais funções do Magnésio:
É um componente importante da clorofila.
Ativador de enzimas;
Sua falta inibe a fixação do CO2;
Trabalha também no metabolismo do Nitrogênio;
Afeta também a síntese de proteína e a ativação dos aminoácidos;
Contribui para a absorção de Fósforo.
Principais sintomas de deficiência de Magnésio:
Clorose entre as nervudas, espalhando-se das margens para o centro da folha;
Redução do crescimento;
Inibição da floração;
Necrose e morte prematura das folhas;
Degeneração de frutos.
É um componente importante da clorofila.
Ativador de enzimas;
Sua falta inibe a fixação do CO2;
Trabalha também no metabolismo do Nitrogênio;
Afeta também a síntese de proteína e a ativação dos aminoácidos;
Contribui para a absorção de Fósforo.
Principais sintomas de deficiência de Magnésio:
Clorose entre as nervudas, espalhando-se das margens para o centro da folha;
Redução do crescimento;
Inibição da floração;
Necrose e morte prematura das folhas;
Degeneração de frutos.
sábado, 1 de fevereiro de 2014
Magnésio (Mg).
O Magnésio (Mg) é um macronutriente catiônico e secundário muito importante para o desenvolvimento das plantas. Como acontece com o K(Potássio) e o Ca (Cálcio), ele é encontrado no solo sob a forma de minerais primários, carbonatos, sulfatos, minterais secundários e matéria orgânica.
Solos argilosos costumam apresentar teores mais altos de Magnésio na forma minerais ferromagnesianos, enquanto nas regiões áridas ou semi-áridas, dispõe de Magnésio como epsomita. Assim como o Potássio e o Cálcio, o Magnésio presente no solo pode estar na forma não-trocável (mais comum), trocável ou solúvel.
Solos argilosos costumam apresentar teores mais altos de Magnésio na forma minerais ferromagnesianos, enquanto nas regiões áridas ou semi-áridas, dispõe de Magnésio como epsomita. Assim como o Potássio e o Cálcio, o Magnésio presente no solo pode estar na forma não-trocável (mais comum), trocável ou solúvel.
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